Segunda-feira, Julho 20, 2009

Tchia!!!






É possível não se apaixonar, mesmo com um montão de quilometros nos separando???

Sexta-feira, Julho 17, 2009

Ai...

A mãe de todas as dores de cabeça habita meu ser agora....
Tô aqui, mas não tô. Entendeu?

Quinta-feira, Julho 16, 2009

E sua mãe brigava!!!!

Achei um site maneiríssimo....
A idéia é a seguinte: economizando uma descarga por dia, fazendo um xixizinho enquanto toma banho, você economiza 12 litros de água potável !!! A economia de 4.380 litros de água potável por ano não acaba com os problemas do mundo... Mas ajuda...

Novo visual

E ai? Ficou legal????
Opinem, please!

Um dia

Um dia você vai ver... Vai acordar sem entender o porquê de algumas coisas, das atitudes de algumas pessoas... E ninguém vai te explicar.
Um dia você vai se perguntar se essa coisa toda é real, se isso tudo não é o roteiro do cretino mais maluco da face da terra... E ninguém vai te explicar.
Um dia você vai ficar profundamente indignada com o que alguns tentam fazer com você, vai ficar profundamente indignada mesmo... Mas mesmo assim...
É,
Niguém vai te explicar...

Domingo, Maio 31, 2009

Merda!


Vou ali meter a cabeça na parede. Se der eu volto!
(Alguém precisa muito ler o meu quarto conselho)

Quarta-feira, Maio 27, 2009

Meus cinco conselhos para uma vida melhor.

Eu ando sem muita inspiração para blogar, mas ando viajando bastante pelos blogs.
Nem me lembro mais como acabei chegando neste, acho que foi por xeretando a vizinhança deste aqui.

A verdade é que me atiçou a idéia de escrever os meus cinco conselhos, mesmo achando que conselho a gente não dá. Mas enfim. Vamolá?

1) Aprenda a aceitar as pessoas como elas são.
Não é fácil, e nem sempre é possível. Me parece que o ser humano tem o hábito péssimo de querer moldar as pessoas de acordo com a sua vontade. As pessoas não são iguais, não pensam igual e não tem a obrigação de ser e agir como você age. Quando a gente aprende a respeitar e acima de tudo aprende a aceitar as pessoas como elas são, fica muito mais fácil entender algumas atitudes alheias. É aquela máxima da menina que se apaixonou por um cara todo errado e de repente quer mudar o cidadão. Como assim cara pálida???? Você se apaixonou pelo cara ou simplesmente procurou um doido pra tentar consertar????
Sua mãe tem mil manias e hábitos, e ai você quer que ela mude e faça as coisas do seu jeito, (e a recíproca também pode ser verdadeira) e vocês vivem brigando (é sim a história da minha vida...). Não é mais fácil aceitar que vocês são diferentes???
Parece difícil né? E é!

2) Dizer NÃO é libertador!
Não gosto disso, não farei aquilo, não quero falar com fulano, não vou à esta festa, não grite comigo, não quero mais isso. Sim, dizer não é libertador. E também não é fácil, já que a gente tem uma mania infernal de querer ser simpática sempre e agradar aos outros.

3) Perdoar não é divino.
Essa coisa que quem perdoa é Deus é balela. Coisa de gente rancorosa e que não gosta de voltar atrás em suas decisões. Não me humilho, nem fico arrastando minha vida na lama pras pessoas me pisarem, mas aprendi a perdoar as pessoas que me magoaram pelo simples fato de que meu coração fica mais leve assim, e que eu acabo me achando uma pessoa melhor. Não guardo mágoas nem rancor de ninguém, mesmo das pessoas que me falaram as maiores barbaridades que uma pessoa pode escutar em toda a sua vida. Eu não preciso disso, e um “presente” que me deram e que eu não aceitei não é meu, certo?

4) Se você não tiver nada agradável para falar, fique com sua língua dentro da boca.
Não precisa explicar né? Ou precisa?

5) Permita-se pequenos prazeres na vida.
Você acordou com uma vontade insaciável de comer brigadeiro? Quer muito fazer uma escova linda no seu cabelo, ou comprar uma roupa nova nem que seja uma calcinha de “doi reau”?
Tá com um desejo incontrolável de ligar para aquela amiga de infância que você não vê faz séculos e que sumiu do mapa?
Quer ligar para alguém só pra dizer “tiamo”?
Permita-se. É melhor arrepender-se daquilo que fez, do que arrepender-se do que poderia ter sido.

Domingo, Abril 12, 2009

Risoto Genérico

Final da tarde, domingo de Páscoa. Cheguei em casa depois do almoço em família, sem nenhuma idéia do que providenciar para o jantar.
A vontade de comer uma coisa gostosa e cremosinha era grande. E então veio a idéia de um risoto.

Hummmm, só falta agora saber como fazer um risoto. Pois é, já são 25 anos na cozinha e eu nunca me arrisquei num risoto. A receita é facilmente escolhida na internet, onde há milhares.
Não tenho os ingredientes... E me bate a vontade de comer um em pleno domingo de páscoa, às sete horas da noite, morando na Toscolândia, onde eu não vou achar em nenhum mercadinho o tal do arroz arbóreo, um bom vinho branco seco e um parmesão honesto.


E agora? Desisto do risoto? Como um pão de forma com requeijão, e vou dormir???? Ai que raiva.

Então é assim, bora fazer um risoto genérico. Não tem arroz arbóreo? Vamos de agulhinha. Sem vinho? É sem vinho mesmo, acho que com cachaça mineira não vai dar certo... E o parmesão??? Vamos substituir por mussarela.

Pronto, ta cometido o sacrilégio do risoto Alla milanese.

Comecei com um fio de óleo de soja na panela e um punhadinho de alho bem picadinho sendo refogado. Uma xícara de arroz agulhinha, sem lavar (porque isso estava escrito em quase todas as receitas). Fritei um pouco, juntei meia colher de açafrão em pó. Em uma outra panela eu tinha colocado mais ou menos 1 litro de água com 2 caldos de galinha em cubinho. Deixei fervendo em fogo baixo.

Depois de fritar um tanto o arroz, fui juntando o caldo, uma concha por vez. Mexendo sempre. Li que pra fazer risoto a gente tem que namorar ele. Mexendo delicadamente, é um risoto, não um reboco de parede, sacou? Cada vez que o caldo ia secando eu ia colocando mais uma concha. E mexia um pouquinho mais.

De pouco em pouco, fui tirando um grãozinho de arroz e provava. A idéia é que fique firme, mas não cru. É o tal do Al Dente. Não pode deixar o caldo secar né? Vai fazendo um creminho, quando ficava muito grosso, eu juntava mais caldo.

Quando o arroz estava quase no ponto, juntei meia cenoura cortada em rodelas fininhas. Queria que ficasse meio crocante e não desmanchando no meio do arroz.

Putz, vai manteiga... E eu só tenho margarina. Nem pensar, estragar tudo agora...

O risoto genérico quase pronto, no ponto certo, com caldinho. Fogo desligado, juntei duas colheres de creme de leite e um punhado generoso de mussarela ralada grossa.
Tampei a panela. Sim, nada de sal. Um tiquinho de salsinha picada em fininha.


Por fim, ficou bom, aliás, muito bom mesmo. E comendo eu fiquei pensando, se assim genérico já ta bão por demais da conta, imagina se eu seguir a receita "ipsis literis"...

Terça-feira, Abril 07, 2009

Bichos que NÃO amamos

Eu gosto de bichos. Minha mãe diz que eu não mato aranha, joaninha, lagartixa. É verdade. Só mato quando não há outra alternativa. Se der vou espantando o bichinho pra fora da minha casa, ele vai viver a vida dele e eu a minha.

Já tive vários cachorros, de várias raças. Já tive hamster, porquinho da índia, passarinho, peixe, rato branco. Já criei lagarta em vidro de maionese, tentei criar pintinhos, mas não deu certo.
Não tenho muita paixão por bichos que voam. Baratas que voam. Insetos em geral que voam. Talvez porque eu tenha muito medo que eles se enrolem no meu cabelo. E que eu não consiga tirar. Tenho um amigo que um dia, andando de moto, engoliu um besouro, teve que ir ao hospital pra tirar o danado da garganta. E sim, o besouro ainda estava vivo. Anestesiado, mas vivo.

Aí, que pra só pra eu pagar a minha língua de defensora dos bichinhos, um Mic*key mouse deciciu que a minha casa é muito legal e ele quer morar aqui. E quer comer a ração da Mandara, e beber a aguinha da Mandara e dormir na caminha dela, provavelmente. Ela não gostou muito da idéia. É claro. Se nem do filhote de poodle fofo da vizinha ela gosta (temperamental essa minha filha canina) como é que ela vai gostar do Mic*key mouse????

Se eu não tivesse visto ele, tudo bem, viveria na ignorância, ele lá, eu aqui e tudo bem e lindo. Mas o danado decidiu me fazer uma visita mais íntima, digamos assim, entrou na sala da minha casa e ficou bem em baixo da estante.

Correria, gritos, vassouras, veneno, mais gritos, esforço pra subir nas cadeiras, no sofá. Pra sorte dele, não conseguimos consumar o ratícidio. Ele foi mais esperto que nós e fugiu pela porta.

Na noite seguinte o danado voltou pra fazer uma boquinha na ração da Mandara. Como não tinha no potinho, ele rasgou o saco. Mandara foi temporariamente transferida do seu habitat natural e veneno foi espalhado no quintal. Esta noite o visitante comeu o veneno. Tenho que manter a Mandara uma semana longe do quintal, e repetir o veneno para ver se ele sumiu mesmo, ou se estava trazendo amiguinhos pra uma boquinha.

Hoje pela manhã, descobri que tenho que brigar contra outro animal. Agora é a vez dos carrapatos. Tô ferrada.