Procuro mais um pedaço de mim, em algum lugar, jogado no chão. Me sinto assim, aos pedaços, cada qual com seu quinhão de problemas, sua cota de riscos.
Não adianta mais querer se esconder embaixo da cama, nem em qualquer outro lugar. Não adianta sequer querer se esconder, nem dormir hoje e acordar em 2016.
Respiro fundo. Não há nada.
E espero a tempestade passar. Porque vai passar.
Tomei um soco direto na boca do estômago.
Ainda estou sem ar.
Será que não podia ser um pouco de cada vez, assim, em doses homeopáticas?
Não adianta mais querer se esconder embaixo da cama, nem em qualquer outro lugar. Não adianta sequer querer se esconder, nem dormir hoje e acordar em 2016.
Respiro fundo. Não há nada.
E espero a tempestade passar. Porque vai passar.
Tomei um soco direto na boca do estômago.
Ainda estou sem ar.
Será que não podia ser um pouco de cada vez, assim, em doses homeopáticas?
